Clínica SUPERAÇÃO

CONTINUIDADE PRE INSTRUCAO
1 - Especificar instruções baseado em CID
2 - IDADE
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PRÉ-INSTRUÇÕES BÁSICAS AOS PAIS E RESPONSÁVEIS

(Estas orientações servem como base para qualquer continuidade ou rotina.)

1. Avisar com antecedência
Sempre informe a criança sobre a transição antes que ela aconteça. Avisos graduais ajudam o cérebro a se organizar para a mudança (“Daqui a 10 minutos vamos guardar os brinquedos”).
2. Manter previsibilidade
Rotinas previsíveis aumentam a sensação de segurança e reduzem resistência. Tente manter a mesma sequência e horários sempre que possível.
3. Preparar o ambiente
Reduza estímulos visuais, sonoros e luminosos. Um ambiente mais calmo ajuda a criança a desacelerar emocionalmente.
4. Usar linguagem clara e concreta
Evite frases longas ou abstratas. Diga exatamente o que vai acontecer e o que se espera da criança.
5. Validar emoções
Reconheça sentimentos sem negociar limites (“Eu sei que é difícil parar de brincar, e agora é hora de dormir”).
6. Conduzir com calma e firmeza
O adulto regula o ritmo. Falar baixo, mover-se devagar e manter postura tranquila ajuda a criança a se autorregular.

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ADAPTAÇÕES PARA TDAH

Aqui, a previsibilidade e a regulação sensorial são ainda mais importantes do que o conteúdo da rotina.

Princípios gerais
* Menos palavras, mais estrutura
* Mesmo ritual, mesma ordem
* Evitar surpresas
* Regular antes de exigir

I. Aviso e encerramento da brincadeira (atividade em que a criança está engajada antes de iniciar a Continuidade)
* Use recursos visuais (relógio visual, figuras, cartões “agora / depois”).
* Evite perguntas abertas (“vamos?”); prefira afirmações gentis e firmes.
* Se necessário, use contagem regressiva visual ou corporal (palmas, dedos).
Para TDAH: avisos mais frequentes e mais curtos.


II. Organização e desaceleração
* Não exigir organização perfeita; priorizar finalizar a atividade, não a estética.
* Se a criança estiver muito desregulada, o adulto organiza enquanto narra.
* Atenção ao sensorial: sons baixos, luz reduzida, tecidos confortáveis.
Objetivo não é “obedecer”, é reduzir ativação.

III. Preparação para o sono
* Ritual fixo e previsível (mesma ordem todos os dias).
* Evitar estímulos novos à noite.
* Pode ser útil:
* pressão profunda (abraço firme, cobertor pesado)
* música repetitiva e previsível
* silêncio estruturado
Finalizar sempre com uma mensagem de segurança e constância.

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ADAPTAÇÕES PARA CRIANÇAS NEURODIVERGENTES

(TEA, TDAH, transtornos sensoriais, dificuldades de autorregulação)
Aqui, a previsibilidade e a regulação sensorial são ainda mais importantes do que o conteúdo da rotina.

Princípios gerais
* Menos palavras, mais estrutura
* Mesmo ritual, mesma ordem
* Evitar surpresas
* Regular antes de exigir

I. Aviso e encerramento da brincadeira (atividade em que a criança está engajada antes de iniciar a Continuidade)
* Use recursos visuais (relógio visual, figuras, cartões “agora / depois”).
* Evite perguntas abertas (“vamos?”); prefira afirmações gentis e firmes.
* Se necessário, use contagem regressiva visual ou corporal (palmas, dedos).

Para TEA: sempre o mesmo tipo de aviso, no mesmo formato.

II. Organização e desaceleração
* Não exigir organização perfeita; priorizar finalizar a atividade, não a estética.
* Se a criança estiver muito desregulada, o adulto organiza enquanto narra.
* Atenção ao sensorial: sons baixos, luz reduzida, tecidos confortáveis.
Objetivo não é “obedecer”, é reduzir ativação.

III. Preparação para o sono
* Ritual fixo e previsível (mesma ordem todos os dias).
* Evitar estímulos novos à noite.
* Pode ser útil:
* pressão profunda (abraço firme, cobertor pesado)
* música repetitiva e previsível
* silêncio estruturado
Finalizar sempre com uma mensagem de segurança e constância.

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ADAPTAÇÕES PARA CRIANÇAS NEURODIVERGENTES

(TEA, TDAH, transtornos sensoriais, dificuldades de autorregulação)
Aqui, a previsibilidade e a regulação sensorial são ainda mais importantes do que o conteúdo da rotina.

Princípios gerais
* Menos palavras, mais estrutura
* Mesmo ritual, mesma ordem
* Evitar surpresas
* Regular antes de exigir

I. Aviso e encerramento da brincadeira (atividade em que a criança está engajada antes de iniciar a Continuidade)
* Use recursos visuais (relógio visual, figuras, cartões “agora / depois”).
* Evite perguntas abertas (“vamos?”); prefira afirmações gentis e firmes.
* Se necessário, use contagem regressiva visual ou corporal (palmas, dedos).
Para TDAH: avisos mais frequentes e mais curtos.
Para TEA: sempre o mesmo tipo de aviso, no mesmo formato.

II. Organização e desaceleração
* Não exigir organização perfeita; priorizar finalizar a atividade, não a estética.
* Se a criança estiver muito desregulada, o adulto organiza enquanto narra.
* Atenção ao sensorial: sons baixos, luz reduzida, tecidos confortáveis.
Objetivo não é “obedecer”, é reduzir ativação.

III. Preparação para o sono
* Ritual fixo e previsível (mesma ordem todos os dias).
* Evitar estímulos novos à noite.
* Pode ser útil:
* pressão profunda (abraço firme, cobertor pesado)
* música repetitiva e previsível
* silêncio estruturado
Finalizar sempre com uma mensagem de segurança e constância.

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ADAPTAÇÕES POR FAIXA ETÁRIA

Crianças pequenas (1 a 3 anos)
Pontos-chave para os adultos
* A noção de tempo ainda é muito limitada.
* A regulação emocional depende fortemente do adulto.
* O corpo “entende” mais do que a linguagem.
Como conduzir
* Use avisos muito curtos: “Mais um pouquinho e acabou”.
* Mostre fisicamente o que vai acontecer (apontar, pegar no colo, levar até o quarto).
* Transforme o guardar em algo simples: “Esse brinquedo vai dormir também”.
Foco terapêutico: co-regulação, segurança e repetição.

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ADAPTAÇÕES POR FAIXA ETÁRIA

Crianças em idade pré-escolar (3 a 6 anos)
Pontos-chave para os adultos
* A imaginação está muito ativa.
* Já toleram pequenas escolhas, mas ainda precisam de estrutura.
Como conduzir
* Avisos graduais e concretos: “Quando esse desenho acabar, vamos guardar”.
* Ofereça escolhas limitadas: “Você quer guardar os blocos ou os carrinhos primeiro?”
* Use histórias ou personagens para transição: “Agora o corpo do herói precisa descansar”.
Foco terapêutico: previsibilidade, autonomia guiada e fechamento simbólico.

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ADAPTAÇÕES POR FAIXA ETÁRIA

Crianças em idade escolar (6 a 10 anos)
Pontos-chave para os adultos
* Já compreendem regras, mas podem resistir por desejo de controle.
* Precisam entender o “porquê”, sem transformar em negociação.
Como conduzir
* Combine a rotina com antecedência, fora do momento de conflito.
* Use linguagem clara: “Dormir ajuda seu corpo e seu cérebro a funcionarem amanhã”.
* Incentive participação ativa: preparar pijama, organizar o quarto.
Foco terapêutico: responsabilidade progressiva e autorregulação.
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